Aos senhores automobilistas que apitam forte e feio um segundo depois do sinal verde acender:
Eu até posso estar distraída. Ou não. Posso ter acabo de ver o sinal verde acender e estar a pôr primeira. Para quê carregarem na buzina como se não houvesse amanhã, mal o sinal verde acendeu? É que apita um, e logo a seguir os que estão atrás fazem coro. Calminha. Agradeço, claro que agradeço, um apito leve, gentil para servir de “reminder” que estou no trânsito e que não é altura para me deambular em pensamentos, como o que pedir ao Pai Natal. Mas escusam de fazer um filme pegado, está bem?
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
domingo, 29 de novembro de 2009
Quando o roupeiro começa a não dar para as necessidades, o que se deve fazer? Parar de comprar roupa e sapatinhos ou aumentar o tamanho do roupeiro? Quer-me parecer que me inclino mais para a 2ª hipótese. Isto porque gajas com roupa e sapatos a mais só pode ser um mito. O que há são roupeiros com espaço a menos.
sábado, 28 de novembro de 2009
Hoje a Rua Augusta estava tão animada que por instantes parecia que estava nas Ramblas, em Barcelona.
Entretanto, cheguei à conclusão que se tivesse que eleger uma zona/local para fazer compras em Lisboa, na Stradivarius, Bershka, H&M, Parfois, Intimissimi e Zara posso afirmar com convicção que é a Baixa-Chiado. Onde mais é que nos mesmos m2 há simultaneamente estas lojas a duplicar (Bershka, Stradivarius, Parfois, Intimissimi e H&M) ou a triplicar (Zara)? Tudo ali à mãozinha de semear.
"Ah não há o número desejado nesta loja? Deixe lá que vou ali à outra (ou outras)".
Há sempre uma 2ª ou 3ª oportunidade…
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Frio, cinzentinho. Todos os anos, por volta desta altura, inicia-se o ciclo da minha (enorme) preguiça em meter os meus pés no ginásio. É mesmo uma vontade de hibernar desta oficina do corpo. É por estas e por outras que acho que a estação Outono/Inverno não foi lá grande ideia. Sim, porque excepto a parte de poder comprar roupinhas quentinhas e botas fofinhas, não vejo mais nada de positivo neste tempo de bosta.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Estava eu aqui a pensar com os meus botões, se não deveria aproveitar que estou desempregada para não ter que oferecer prendas de Natal a ninguém (excepto as crianças, claro). Não dizia nada até ao natal e chegada a hora da troca de presentes, depois de agarrar as prendas com o meu nome, debitava um discurso ensaiado de levar às lágrimas. Seria uma emoção. Prometia que no próximo natal compensava todos com prendas de sonho, sempre a caírem-me lágrimas de crocodilo (claro que para o ano já ninguém se ia lembrar da promessa).
Também coloquei a hipótese de optar pelo “faça você mesmo”. Sim, porque prendada como só eu, poderia fazer uns serõezinhos com agulhas e novelos de lã (que por acaso tenho aqui por casa, portanto não é nada que precise comprar) e confeccionar uns cachecóis em malha fofinhos e quentinhos. Nunca saem de moda e dão um jeitão para esta época, certo? Ou matar saudades do ponto cruz. Uma barrinha com o nome de cada um para depois entreterem-se a coser numa toalha lá de casa. Uma prenda personalizada, portanto. Que mais poderiam querer?
Bom, mas depois de fazer umas continhas de matemática, cheguei à conclusão que afinal posso recorrer a presentes da Boutique C. C de Chiquíssima. Ia ser um sucesso! Não conhecem? Só aqui entre nós, há também quem a apelide por Loja dos Chineses, mas isso agora não interessa nada. Para todos os devidos efeitos podia pegar na etiqueta dos artigos, recortar o que não interessa e escrever “Boutique C” com uma caneta dourada e num tipo de letra requintado (Script MT Bold, por exemplo). E se alguém tivesse a ousadia de dizer que não gosta, que não serve para nada, ou que já tem do género e me pedisse o vale para trocas, bastaria argumentar: oh meu(minha) querido(a), segundo as mais recentes regras do Guia de Etiqueta, nas Boutiques Chiques, jamé, alguém se atreve a trocar o que quer que seja. Jamé!
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Eu sou da opinião que as lojas que vendem calçado deveriam ter disponível um serviço test drive de sapatos de 24 horas, fora da loja.
Se chegamos a casa e a primeira coisa que fazemos é descalçarmo-nos e irmos a rastejar pôr de molho os pezinhos é bem capaz de ser porque estivemos algumas boas horas a andar com uns sapatos desconfortáveis. E não significa que só aconteça com saltos altos. Não, é transversal; até pode acontecer com umas sabrinas. Um par de sapatos (barato?) pode sair caro: não só para os pés, como para as pernas, a coluna and so on. Escolher sapatos perfeitos é uma odisseia.
Quando vejo numa loja uns sapatinhos giríssimos, fofinhos, até posso confirmar que são suficientemente espaçosos e não estrangulam os meus pés, até posso ver à lupa se as costuras são de fiar, até posso assegurar que o calcanhar encaixa no sapato e não sai do sítio com cada passo que dou, até posso confirmar que o calçado acolhe os pés e não os deixa fugir e que são APARENTEMENTE confortáveis. Mas só quando os uso e ando com eles de um lado para o outro é que posso testar se o grau de conforto é o desejado. Sim, porque uma coisa é experimentar na loja e dar uns quantos passinhos numa passerelle com escassos metros. No dia-a-dia, no anda-anda, no pára e anda, no sobe e desce de escadas, a história pode ser outra (além de poderem escorregar como manteiguinha num pavimento molhado). E os pés podem não sair nada mimados. Até pelo contrário: bolhas nos pés, feridas e muitas dores, dores essas extensíveis para outros centímetros do corpinho. É por isso que sou a favor deste serviço de test drive de sapatos. Sobretudo por uma questão de conforto. Caso os sapatos vencessem a prova, ficaríamos com eles. Se não, poderíamos devolvê-los. Assim sendo, lanço o apelo (pertinente, não digam que não) às lojas que vendem sapatos que disponibilizem este serviço. Dava-me jeito, pronto.
Mensagem do dia
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terça-feira, 24 de novembro de 2009
Coisas que nunca me tinham acontecido no âmbito de uma entrevista de trabalho e me aconteceram ontem e hoje.
- uma senhora ligou-me ontem pelas 14h00 e queria marcar a entrevista para o próprio dia. Acontece que ontem eu não podia. Então ficou marcada para hoje.
- hoje, meia hora antes da entrevista a senhora voltou a contactar-me para validar se o meu CV estava devidamente actualizado (basicamente leu palavra a palavra dos campos da experiência profissional até à formação académica mais recente do CV). Eu só dizia “sim”, “sim”, “sim”.
- depois de ter chegado ao local (uns 3 minutos antes da hora combinada) esperei como uma linda (claro, não é novidade nenhuma haver atrasos), desta vez calhou-me na rifa 20 minutinhos, altura em que essa senhora apareceu e me informou que a pessoa que me ia entrevistar estava numa reunião e que ia demorar mais um bocadinho. “Não se preocupe. Vou dar uma voltinha aqui pela zona e quando houver disponibilidade ligue-me”, disse eu. Passados uns 15 minutos, a senhora então ligou-me e disse-me que a tal pessoa pedia muitas desculpas, mas a reunião ia demorar, pelo que hoje era impossível. Entrevista cancelada, portanto. Entretanto ficou de me contactar brevemente para nova marcação de entrevista.
Enfim, eu acho isto um bocadinho chato e que devia ter as suas compensações, como ser dispensada da entrevista e ser automaticamente admitida.
Estou cá com uma vontadinha de me meter num curso de auto-maquilhagem... Na verdade, este pensamento anda a perseguir-me há algumas semanas. Dava-me mesmo jeito. Que fazer?
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
"Desculpe, cheguei um bocadinho atrasado"
Quando os arrumadores chegaram às ruas de Lisboa (nem sei precisar o ano) quase sempre dava uma moedinha. Tinha um medo terrível que me riscassem o carro, furassem os pneus ou fizessem qualquer outro dano na minha viatura móvel. De há uns bons tempos para cá, raramente dou moeda. Se for preciso (e não tiver pressa) sou capaz de dar umas voltinhas na zona para me assegurar que o terreno está livre. E quando dou uma moedinha geralmente é porque efectivamente o arrumador me ajudou muitíssimo numa daquelas manobras em que a viatura cabe por um triz no lugar de estacionamento. Ou se faz o trabalhinho de um localizador de lugares de disponíveis (naqueles em que encontrar um lugar é como encontrar uma agulha num palheiro) e me encaminha num corre-corre à minha frente para um lugar disponível. Haver arrumadores em locais em que há parquímetro dá nervos.
E também nervos dá quando um arrumador, vindo de não sei onde a correr ao melhor estilo de Carlos Mota* (na sua época) chega próximo da viatura quando já está praticamente estacionada e diz “Desculpe, cheguei um bocadinho atrasado” e ainda assim suplicar por uma moedinha. Só dá vontade de dizer “Atrasado? Deixe-me cá consultar a minha agenda…………… Olhe, lamento mas não tenho nenhum encontro marcado consigo”.
* adenda a 07/12/2009: Carlos Lopes. Obrigada a quem reparou no erro.
Quando os arrumadores chegaram às ruas de Lisboa (nem sei precisar o ano) quase sempre dava uma moedinha. Tinha um medo terrível que me riscassem o carro, furassem os pneus ou fizessem qualquer outro dano na minha viatura móvel. De há uns bons tempos para cá, raramente dou moeda. Se for preciso (e não tiver pressa) sou capaz de dar umas voltinhas na zona para me assegurar que o terreno está livre. E quando dou uma moedinha geralmente é porque efectivamente o arrumador me ajudou muitíssimo numa daquelas manobras em que a viatura cabe por um triz no lugar de estacionamento. Ou se faz o trabalhinho de um localizador de lugares de disponíveis (naqueles em que encontrar um lugar é como encontrar uma agulha num palheiro) e me encaminha num corre-corre à minha frente para um lugar disponível. Haver arrumadores em locais em que há parquímetro dá nervos.
E também nervos dá quando um arrumador, vindo de não sei onde a correr ao melhor estilo de Carlos Mota* (na sua época) chega próximo da viatura quando já está praticamente estacionada e diz “Desculpe, cheguei um bocadinho atrasado” e ainda assim suplicar por uma moedinha. Só dá vontade de dizer “Atrasado? Deixe-me cá consultar a minha agenda…………… Olhe, lamento mas não tenho nenhum encontro marcado consigo”.
* adenda a 07/12/2009: Carlos Lopes. Obrigada a quem reparou no erro.
sábado, 21 de novembro de 2009
Se me parassem de contactar de imobiliárias para angariar um imóvel, eu agradecia. Palavra que sim. Eu sei que a vida não está fácil, tento ser compreensiva, paciente, simpática, até. Mas torna-se um bocadinho difícil quando a insistência é tanta que cansa. Pois um senhor de uma imobiliária no espaço de um mês já me ligou algumas 3 ou 4 vezes. Não há telefonema em que não me diga que me quer AJUDAR (juro, ele diz mesmo “eu quero ajudar-lhe”. Sinceramente “ajudar” para mim não é igual a cobrar uma comissãozinha de 5% + IVA). Depois eu adoro quando diz que tem MUITOS CLIENTES interessados num apartamento mesmo ali naquela zona, imaginem. Acontece que se calhar não é coincidência várias imobiliárias usarem esta mesma frase, mas sim uma técnica de marketing (boa, confesso). Também já tive oportunidade de lhe dizer que, sendo tal verdade, então com toda a certezinha esses muitos clientes vão regularmente passear pela zona e certamente vêem o meu contacto escarrapachado na janela, mesmo se forem portadores de alguma miopia. É que está em tamanho bem maior do que uma placa de uma imobiliária. OK? Pronto, mas o que eu não gosto mesmo é quando lhe digo o essencial (mais do que uma vez em cada contacto, atenção) que nada mais é do que de momento não pretendo incluir um intermediário no processo e este senhor me diz “ah, então NÃO QUER vender a casa…”. Sim, sim, até parece que só se compram ou vendem imóveis através de imobiliárias. Ai as imobiliárias, as queridas imobiliárias…
Entretanto, Queridos, amanhei a casa. Amanhei (passado). Já acabou. Estou que não posso…
Entrei na Fnac enquanto a mana e o seu boy foram à Área. Estava determinada a comprar um livro qualquer, a puxar para a "parvoíce" mesmo, que me fizesse rir. Lá queria saber se era de um autor reconhecido ou quantos exemplares já tinham sido vendidos. Queria histórias de gajas que, apesar dos desamores, espalhem magia por aí. Nada de tretas como "Abandonada pelo Lobo mau", “Trocada por uma couve” ou “Relações XS”. E também nada de “Manual de Instruções para lidar com Gajos”, que é sabido que tentar sequer compreender como funcionam é tempo perdido. Não estou a dizer que eles não são melhores nem piores que nós (gajas), mas eles são simplesmente diferentes! E depois de pegar livro atrás de livro, dei de caras com este: “Os homens [às vezes infelizmente], voltam sempre”.
Calma, não estou a querer dizer que é isso que pretendo. Sim, porque dos que fazem parte da minha biografia, há apenas UMZINHO a quem abriria a porta (com cautela, obviamente), logo nem vale a pena calcular a probabilidade de me sair na lotaria um rabiscado do passado em milhentas possibilidades de gajos deste mundinho. Apenas porque é sempre bom estar preparada para o próximo tsunami com trovoada que eventualmente possa ocorrer e saber aplicar o tal método de Parker (diz que é infalível). Gostei particularmente de ler algures na capa o seguinte: “… dar-nos um pequeno abanão, aumentar a nossa auto-estima e, sobretudo, rir connosco das partidas que a vida nos apronta”. Se é para rir, aqui estou eu. Se é para tentar espalhar charme, aqui estou eu. Quando for para a caminha vou começar a ler (e a rir, espero). Abraçadinha ao meu peluche, pois claro.
Bom, se o livro revelar não ter sido uma boa compra, não há crise. A capa é gira e com certeza ficará muitíssimo bem emoldurada numa parede.
Bom, se o livro revelar não ter sido uma boa compra, não há crise. A capa é gira e com certeza ficará muitíssimo bem emoldurada numa parede.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Se há personagem que eu gosto particularmente nessa época é do velhinho gordinho de barbas brancas. Aquece-me o coração.
Eu sei que pode parecer difícil inovar nas campanhas natalícias, mas please, não mexam na imagem do Pai Natal, nem com o seu período de férias tradicional. Coitado, passa o ano todo a sonhar com este momento e agora querem tirar-lhe o protagonismo em plena época alta. É lá coisa que se faça mandar o velhinho gordinho de férias precisamente no Natal? E depois desfigurá-lo com um traje da colecção Primavera-verão do catálogo de surfista, descalço, como se no natal estivesse um calor do caraças?? Não combina com o Inverno. Bom, assim não sei se será lá grande ideia. Gosto de ver um Pai Natal mais gordinho, com a sua fatiota original, com botas de cano alto com pelúcia e barriga ainda mais redondinha.
Resta-me apenas esperar que as crianças deste país não fiquem traumatizadas com a campanha. Quanto a mim, só me ocorre agradecer por ter sido brindada durante a minha infância pelo Pai Natal original, o mais-fofinho-do-mundo. Mil perdões, Worten.
Resta-me apenas esperar que as crianças deste país não fiquem traumatizadas com a campanha. Quanto a mim, só me ocorre agradecer por ter sido brindada durante a minha infância pelo Pai Natal original, o mais-fofinho-do-mundo. Mil perdões, Worten.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Queridos, estou a amanhar a casa
Começou com pinturas de paredes. De vento em popa. Só falta um quarto. Amadores como só nós, houve direito a (muitos) pingos de tinta no chão. Ora toca a limpar. O problema é que limpa aqui, ali e acolá e o chão ficou num estado miserável. Desbotado, digamos assim. Logo, toca a ajoelhar (sem rezar) e dar uma camada de cera em cima. Arrumações também estão incluídas na lista do amanho. Paletes de lixo. Incrível como amontoamos porcarias atrás de porcarias. Foi um reviver memórias do passado. Encontrei cartas. Dei de caras com dossiers da licenciatura. E roupa? Que modelinhos feios. Horríveis. Calças de cintura altíssima e fininhas. Ca nojo. Reencontrei o meu casaco de penas (duffy) azul escurinho que me aqueceu durante anos e que custou uma pipa de massa na altura (aí uns 20 contos, creio). Voltei a experimentá-lo. Michelin andante em grande estilo. Credo. A Miss R* entregou hoje quatro sacos pretos (daqueles big size) cheios de roupa (em bom estado, diga-se de passagem). Incluindo o duffy. Afinal de contas estamos próximos do Natal e o Natal é também dar e aquecer quem mais precisa.
Quando o inquilino de um quarto lhe pedir para ter um gato lá em casa é coisa para pensar duas vezes (ou trezentas). Não pelo gato em si, que até pode ser uma fofura de animal, não chatear ninguém e miar o q.b., mas pelos estragos que pode fazer no recinto. Sim, porque ao que consta manicure específica para gatos pode não ser uma prática regular. Recusem imediatamente o pedido. Sei lá, inventem que ter gatos em casa dá azar, que em criança tiveram um episódio traumático com estes bichanos, ou que têm asma. Ficar com sofás e cortinados repelados e com portas riscadas é que não. Depois não digam que não avisei.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
A minha viatura móvel foi sujeita à revisão anual de saúde hoje. Um dia de internamento. Perguntaram à menina se queria lavagem. Perguntaram à menina se queria aspiração. A menina disse que não, que só queria era uma revisãozinha simpática e amiga do bolso. O natal está à porta e a menina tem que poupar para comprar prendinhas para todos (e para si também). E lá deixou a viatura, rezando a todos os santinhos que apenas fosse necessário mudar o óleo.
Diagnóstico: pneus com ar saudável e travões prontos para as travagens mais perigosas. Por sua vez, ocorreram custos de mudar o óleo, filtros, uma anilha, a troca de três lâmpadas e fluído lava-vidros (se me tivessem perguntado se queria atestar este fluído, teria dito que não, que tenho stock em casa!). E estou um bocadinho deprimida: vá de desembolsar € 370. A viatura já está a descansar da operação a que foi submetida e eu vou pensar duas vezes (ou uma) se para o ano não vou ali a uma oficina ranhosa.
O Delator
Acho que quem se lembrou de catalogar o filme “The Informant” ("O Delator") como comédia devia estar sob o efeito do álcool ou com uma valente depressão.
Enfim, apenas não resultou numa graaaande bocejo porque o gordinho e complexo Mark Whitacre (Matt Damon) não deixou que o filme fosse por aí, já que fala pelos cotovelos e debita mentiras como quem respira. E outra coisinha: era suposto o filme nos transportar para os anos 90. Tive a sensação que foi mais anos 70. Numa palavra: esquisito.
Enfim, apenas não resultou numa graaaande bocejo porque o gordinho e complexo Mark Whitacre (Matt Damon) não deixou que o filme fosse por aí, já que fala pelos cotovelos e debita mentiras como quem respira. E outra coisinha: era suposto o filme nos transportar para os anos 90. Tive a sensação que foi mais anos 70. Numa palavra: esquisito.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Só consegui ir hoje à H&M do Chiado. E o que é que restou da colecção Jimmy Choo? UM vestidinho. UM. Nem sequer sobrou um par daqueles sapatinhos que andavam na minha mira. Pronto, peguei em mim, saí da loja, desci um bocadinho a rua, entrei noutra loja e os meus pézinhos apaixonaram-se por estes botins. Nada a fazer. Já cá cantam. E encantam.
domingo, 15 de novembro de 2009
Dia-pijama
O dia está cinzento, chove, está vento. Os meus companheiros temporários de lar foram dar umas voltas e fazer umas comprinhas. Eu optei por ficar em casa. Estou-me a consolar em ter o sofá só para mim e estar enroladinha numa mantinha, dividindo o meu tempo entre tv, portátil e revistas. E até gosto da chuvinha da boa, palavra que sim. Mas apenas nestes dias-pijama em que não conto pôr os pés fora de casa. Já ontem à noite não gostei nadinha de sair do concerto e levar com águinha do S. Pedro na tromba.
Adenda: apareceram-me em casa com gomas. O meu rabo merece? Merece?
Adenda: apareceram-me em casa com gomas. O meu rabo merece? Merece?
Apelo
Saiam da minha vista aqueles seres, Torre Eiffel andantes, que em qualquer concerto aparecem e ali se instalam mesmo mesmo mesmo à minha frente. É que apanhar quase sempre uma torre humana nas ventas é azar. Dos grandes. É claro que fico um bocadinho chateada. Paguei o mesmo que os outros e não tenho a mesma visibilidade. E depois tenho momentos imensos em que só vejo bracinhos no ar e luzes. E é muito cansativo estar sempre em biquinhos dos pés, sendo que nem sempre é suficiente. Ora, eu acho isto uma injustiça. Que tal os promotores dos espectáculos começarem a praticar descontos no bilhete conforme a altura do espectador? Quanto menor a altura, maior o desconto. Claro que as traves com 1,90m ou mais não teriam direito a qualquer desconto. Em alternativa, queridas marcas de sapatilhas, venho lançar-vos um desafio: que tal criarem um modelo com sola elevatória regulável conforme as necessidades e controlada por um botãozinho? Pensem bem no assunto que sou menina para investir num brinquedo destes.
Quanto ao concerto dos Depeche Mode é sempre bom saber que tenho um amigo que é uma coluna afinada, uma mana que pergunta a um rapaz girafa (desconhecido) que se enfiou à nossa frente o que é que ele come ao pequeno-almoço e um “cunhado” que sai do concerto desejoso para ir para casa vestir o pijama da “sogrinha”. Fofinhos.
sábado, 14 de novembro de 2009
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